
Para novo mandato, de quatro anos, Edson Luiz Campagnolo toma posse hoje, em solenidade no auditório da FIEP. Sua diretoria é bem representativa do segmento: tem ampla composição de diretores e conselheiros oriundos do interior. Isso é sintoma do espírito de integração que caracteriza Campagnolo, um homem sem sofisticações, mas basicamente voltado à sua missão: ajudar a indústria atravessar a ‘sarça ardente’ que a caracteriza neste momento do Brasil.
Em meios empresariais bem informados, já se identifica movimento – ainda tênue – com vistas – “quem sabe? ”, diz um industrial – a lançá-lo candidato a cargo eletivo em próximas eleições. Para uma das vagas ao Senado, talvez.
Para analistas como Fábio Campana, cuja capacidade de enxergar a longo prazo é notória, “Campagnolo tem condições que o eleitor, cansado da politicagem e dos petrolões, mais deseja: é um empresário ficha limpíssima. Alguém que se fez por si só, tirando seu sucesso empresarial da determinação bíblica – ‘com o suor do rosto’”.
O ramo empresarial de Campagnolo é o do vestuário.
