segunda-feira, 3 agosto, 2026
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POUCAS & BOAS

 

VELÓRIO DIGITAL

A empresa proprietária do Cemitério Vertical de Curitiba está informando: adquiriu tecnologia de start up mineira e começa a oferecer velórios digitais. Uma oportunidade de despedida de entes queridos em tempos de pandemia. O release, bem elaborado por assessoria de imprensa ,só não menciona valores. Mas a notícia é interessante.

CAÇANDO  BRUXAS

O prefeito Rafael Valdomiro  Greca de Macedo e seu entourage (agora sem Giovani Gionédis), teve muitos abalos nesta sexta-feira, 29. O primeiro ,impactante, de repercussão nacional, foi a publicação da multidão de servidores da Saúde, massa compacta, impossibilitados de distanciamento preconizado, no “Pavilhão da Cura”, o Barigui. O outro choque o alcaide se completou com  ele decretando caça às bruxas: “Descubram quem está vazando essa história da Secretaria de Mobilidade Urbana. A qualquer preço. ”

O furo jornalístico foi dado pela Coluna/Blog.

CAÇANDO BRUXAS (II)

Sei que a providência imediata de áulicos do gabinete do alcaide – mais o prestimoso secretário de Governo, Luiz Fernando Jamur -, foi listando “possíveis vazadores”. De início, uma gestora da URBS entrou no rol dos suspeitos. Mas em seguida, seu nome foi substituído  pelo de um assessor com farto  transito com  Lucas Navarro e o próprio Jamur. Estaria lotado em área da Administração.

A lista dos suspeitos é longa. Montá-la demorou boa parte do dia de hoje, sexta. O alcaide teve de se  envolver com outras “realidades”, como achar, de imediato, um “diversionismo”,  algo de repercussão para amainar tantas pauladas, especialmente o impacto da Folha de São Paulo. Por isso, foi aconselhado por  luas preta:” Acelere o anúncio da vacina, que Curitiba vai comprar vacina…”A sugestão foi bem aceita pelo alcaide, diz dona Matilde da Luz.

Rafael Greca: chocado

FERNANDO FRANCISCHINI

A resiliência do deputado estadual Fernando Francischini é muito grande. Embora bem votado para prefeito, ele  pode até ter ficado abalado com o resultado final, votação menor do que a esperada.   Mas, acostumado “a enfrentar as pedreiras da vida”, como me diz um dirigente do PSL-PR, o deputado  recuperou-se rapidamente. Vai  assumir, na semana que começa, novo mandato como presidente da poderosa Comissão de Constituição e Justiça da ALEP. Com as bênçãos do governador Ratinho Junior, com quem mantém diálogo constante.

Fernando Francischini: de novo na CCJ

BOTÃO DO PÂNICO

O  dispositivo de segurança Botão do Pânico, instituído no Paraná apartir da lei 18.868/2016, proposta na Assembleia Legislativa do Paraná pela deputada Cristina Silvestri (CDN), foi atualizado para a versão digital e em breve deve começar a atender todo o Estado. A nova versãoe stá em fase de testes dentro do App 190, da Polícia Militar.

BOTÃO (II)

“Ver a expansão do Botão do Pânico, para mim, é motivo de muito orgulho. Principalmente por ter a certeza de que esta política pública efetivamente nos permite salvar vidas”, disse Cristina, que também é Procuradora da Mulher da Assembleia Legislativa do Paraná.

BOTÃO (III)

Atualmente, Londrina está sendo o município piloto para os testes do Botão do Pânico Digital. Depois desta fase inicial, o botão via app passará pelas correções necessárias e será disponibilizado para as demais Comarcas, trabalho que a procuradora da mulher Cristina Silvestri garante acompanhar de perto, através da Procuradoria da Mulher, para que, o mais rápido possível, todo o Paraná seja atendido pela nova funcionalidade.

BOTÃO (IV)   

A disponibilização do novo dispositivo digital para mulheres vítimas de violência segue o mesmo padrão da versão analógica dos botões: apenas mulheres com medida protetiva e com determinação judicial terão acesso liberado. A designação dos botões, em ambas as versões, é feita de acordo com o grau de risco que as vítimas correm. (fonte: ALEP)

Deputada Cristina Silvestri. Foto: ALEP.

 

ANTISSEMITISMO

Papa Francisco voltou a proclamar nesta sexta, 29, no Vaticano, que“ qualquer forma de antissemitimo é inaceitável”. Bom recado para certos domínios católicos – às vezes de católicos à esquerda; outras, à direita-, realidade muito presente no Brasil. Com discrição, claro, mas esse quadro existe.

 

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