
Luiz Carlos Martins mantém-se fiel à sua velha receita de cumprir seu mandato de deputado estadual: fala pouco, não faz “show off”, não faz alarde com suas obrigações, expõe-se o necessário para dar recados definitivos.
Foi o que aconteceu nesta terça-feira, 28, quando pediu, na sessão da Alep, que o governador Ratinho Junior institua alguma forma de subsídio para apoiar materialmente os trabalhadores da área da saúde que enfrentam “com todo destemor” o vírus do covid 19.
DEPUTADO É LIMITADO
Luiz Carlos foi explicando, com todo didatismo, como tem de agir, dadas as limitações que o múnus de deputado sofre: “Não posso apresentar projeto que aumente despesas do governo”, explicou, dizendo: “Até gostaria de assim agir, mas sofro limitações legais”.
Objetivo, sem deixar de mostrar sua carga de humanidade e preocupações com a vida de enfermeiros, auxiliares de enfermagem, médicos, técnicos, motoristas, recepcionista e toda sorte de pessoas que está na linha de frente no combate ao coranavírus, Luiz Carlos foi definitivo ao dizer:
AS DORES DA MORTE
– Posso imaginar as dificuldades de família, homens ou mulheres, que perdem seus membros para o coronavírus. Tanto quanto a dor que a tragédia os marca, pela perda desses heróis do enorme combate, os familiares sofrem muito. Sofrem também perdas irreparáveis também materiais com essas mortes”. Daí eu contar com a sensibilidade do governador Ratinho Junior para atender ao pedido de subsídios aos operários da saúde.”
Depois, dirigindo-se ao secretário Luiz Cláudio Romanelli, Luiz Carlos Martins sugeriu que igual medida de amparo seja iniciativa também de cada cidade do Paraná, das Prefeituras.
Por último, como que dando um grito de alerta, o parlamentar confirmou: “o presidente Trump pediu ao governador da Flórida que cancele os voos para o Brasil. Isso é sinal de que Trump sabe muito mais do que nós sobre a pandemia no Brasil. Por isso, meu apelo: fiquem em casa…Cuidem-se”.
