
A coluna continua apostando no nome do doutor em Ecologia e diretor da Embrapa Territorial, Evaristo Eduardo de Miranda, para ser o ministro do Meio Ambiente do próximo governo.
No Estadão desta sexta, 23, o nome do Evaristo é exposto não apenas como provável titular do ministério de importância internacional. Ele aparece como o coordenador da equipe que levanta tudo – literalmente – sobre o MMA, Ibama e Instituto Chico Mendes do Meio Ambiente.
EXAME MINUCIOSO
A ideia desse grupo de trabalho comandado por Evaristo é escrutinar tudo do MMA, com ênfase na identificação de recursos e como eles têm sido aplicados em causas ambientais. Sem intermediário, como são as ONGS que, tudo indica, ficam com 40% do valor das multas aplicadas por infrações ambientais.
Evaristo, nosso amigo e um dos mais constantes colaboradores do Instituto Ciência e Fé de Curitiba (“Fidelis et Constans”), vem operando sob orientações de Ônix Lorenzoni, futuro chefe da Casa Civil de Bolsonaro, e Tereza Cristina, deputada federal e escolhida ministra da Agricultura.
A determinação é para que o Ministério de Meio Ambiente – com Evaristo ou outro nome – atue em estreita ligação com o Ministério da Agricultura. Como organismos que devem se completar, e não são inimigos.
SEM INTERMEDIÁRIOS
Evaristo, com a responsabilidade de coordenador dos estudos sobre o MMA no Governo Bolsonaro, tem dito – e repetiu ontem a este espaço: “Nosso trabalho foca num esforço para que os recursos do setor cheguem ao meio ambiente, na atividade fim, sem intermediações”.
