sábado, 11 abril, 2026
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Dos Leitores: para explicar Colonia Murici (II)

“NOSSAS PÉSSIMAS ESTRADAS”

Valdir Luiz Holtman , presidente do Conselho de Desenvolvimento Rural de São José dos Pinhais, mandou a seguinte correspondência à coluna, com a qual pretende contestar observações que este jornalista…

“Sim, temos que concordar sobre nossas péssimas estradas e mal sinalizadas, porém se se propuser a abaixar o vidro do seu carro e deixar o orgulho e interagir com a população local. Vai ver que eles sabem explicar muito bem sobre sua colônia. Também temos a opção de solicitar o mapa na prefeitura, setor de urbanismo, que mantém um atualizado sistema dentro do setor de  geoprocessamento. Desenvolvimento!!!

A sim utopia… Aproximadamente 83% do nosso município é rural , temos centenas de kilometros de estradas rurais seria um crime usarmos o antipo ou pintura asfáltica como e conhecida. Afinal esse foi o melhor jeito de desviar verbas já criado pelo homem… Você faz uma obra que deveria ser “anti-po” e colocam uma camada de pó em cima dela para secar… Gerando mais pó ainda!!!! E Segundo meu filho (que tem 9 anos ) deveriam fazer um anti buraco e não um antipo…. O asfalto também seria um crime com centenas de kilometros quadrados de área Sem absorção de água no solo.. e o paralelepípedo de pedra … Bem esse se torna escorregadio e perigoso ao passar do tempo.

Outra consideração que devemos fazer é que o custo médio do kilometros de asfalto ( com as devidas obras no solo) e de R$1.000.000,00 o que não e muito pouco…. Gostaria de saber se na cidade onde este senhor reside quantos kilometros de asfalto novo ( não recapeamento) foram feitos no último ano…. Só para se ter uma ideia nosso Fundo de desenvolvimento rural, gerido pelo Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural, está investindo R$1.000.000,00 na construção de uma agroindústria de alimentos que atende hoje programas de compras de alimentos para escolas, hospitais entre outros. E diga se de passagem beneficia centenas de produtores rurais que se torna um investimento muito mais útil que apenas 1 km de asfalto.

(CONTINUA NA PRÓXIMA)

(correspondências para a coluna: aroldo@cienciaefe.org.br)

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