
Nunca é tarde para registrar a despedida que amigos e familiares tiveram de Angelina Moreira Bueno, 94 anos. Dizer que foi uma mulher singular, dona de raras qualidades humanas, seria pouco. Para os que a conheceram bem – como seu filho, o colunista Wilson de Araujo Bueno -, Angelina foi “uma boa síntese de cristã voltada ao bem comum”.
Sem pretensões de executar além dos relevantes papeis que a vida lhe entregou, particularmente na cidade de Ibaiti, Angelina foi “uma doação contínua às causas comunitárias”, como a ela se refere um presbítero da Igreja Presbiteriana do Brasil em que Angelina envolveu a maior parte de sua vida.
Lúcida até o fim da vida, Angelina nunca deixou ser consultada e ouvida sobre ações sociais. Uma delas, das mais marcantes em sua vida, foi a dedicação à Associação de Pais e Amigos dos Execpcionais (APAE) de Ibaití, que presidiu “por aclamação”.
Salve dona Angelina, modelo de ser humano, mãe de família guiada pela sabedoria e a prudência dos simples, os “preferidos do Senhor”.
