
Caro Aroldo,
O pai do Renato Russo, que se chamava Renato, era primo do meu pai. Alberto Manfredini (de onde provém parte do meu nome) era o irmão mais novo do meu avô, Julio Manfredini, e avô do Renato, que em família era chamado de Junior. Essa é a configuração familiar.
Quando a família se reuniu pela primeira vez, no final dos anos 1990, escrevi um artigo para “O Estado do Paraná” intitulado “A veia musical dos Manfredini”. Fazia referência a Francesco Onofrio Manfredini (Pistoia: 1684-1762), que compôs oratórios e obras instrumentais e foi “maestro di cappella” na Catedral de S. Filipo, em Pistoia. Seu filho, Vicenzo, nasceu também em Pistoia, em 1737 e morreu em São Petersburgo, na Rússia, em 1799. Ali, entre 1762 e 1799, dirigiu a Companhia de Ópera da Corte.
Compôs óperas, balés, cantatas, entre outras obras. Um dos seus alunos era o futuro czar Paulo I.
LUIZ ALBERTO MANFREDINI, Curitiba
———-
JUSTIÇA
Aroldo, o que o Márcio Renato dos Santos registrou sobre Dalton ser “o maior escritor do mundo”, nada mais é do que fazer justiça ao grande monumento da literatura brasileira que o “Vampiro” é. Parabéns ao Márcio.
ALFREDO BOEING, Boston Estados Unidos
———–
JUSTIÇA (2)
Deixem o Dalton namorar; deixem de se preocupar porque ele tem uma “Chapeuzinho Vermelho”, como é chamada a moça que o ajuda em sua tarefa de escritor. Afinal, amor não pode ter limite por diferenças etárias. O resto da balbúrdia criada em torno de um suposto namoro de Trevisan é perda de tempo, típica de uma imprensa em busca de sensacionalismos.
CLÁUDIO HAS, Porto Alegre, RS
(correspondências para a coluna: aroldo@cienciaefe.org.br)
