Novos comentários, que a coluna reproduz, especialmente porque fazerem justiça a Valdir Cruz, exímio retratista de seres humanos. As manifestações vêm a propósito de artigo que ele escreveu sobre o titular desta coluna/blog, e que reproduzimos no final da semana neste espaço:
‘Também, estamos entre “os jornalistas gratos e admiradores da personalidade e do ser humano Aroldo Murá”. Na verdade, recebemos o título de jornalista do Professor Aroldo Murá, que muito nos honra, pois à nossa formação é de Administrador, Contador e Relações Públicas. Somos Amigos das antigas – há quase 4 décadas, quando ainda jovem fomos escolhidos – por intermédio de anúncio de jornal – entre os candidatos a trabalhar no conceituado veículo de Comunicação Social, a Voz do Paraná.
Sua amizade se estende, igualmente, aos nossos familiares, sempre com os seus sempre incentivos e apoios. Igualmente, parabenizamos ao Professor Aroldo e ao Jornalista Valdir por oportunizarem às nossas verdadeiras/merecidas manifestações.
Com admiração”.
José Francisco Cunha
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DE NOVO, BRILHANTE
Jorge Bernardi
Valdir José Cruz neste texto você mais uma vez foi brilhante ao descrever um dos profissionais do jornalismo mais marcantes na minha vida profissional, Aroldo Murá, como foi junto com teu irmão Arnaldo Cruz, quem mais deixou influências positivas na minha formação. E digo não apenas nos anos que exerci o jornalismo, mas com lições que guardo até hoje. Foi por meio de Aroldo Murá, mesmo que indiretamente, acabei enveredando para a política, quando conheci a periferia de Curitiba trabalhando na Cohab, as favelas, a pobreza e a miséria que se seguiu a geada negra de 1975. O Professor Aroldo é uma daquelas pessoas extraordinárias que faz o bem em quaisquer circunstâncias, mesmo quando nos critica, como você lembrou no artigo. De uma forma ou outra ele está nos ajudando. Lembro-me do relato do saudoso arquiteto Rafael Dely, que no início dos anos 80 fez uma viagem com Aroldo Murá pela França e creio que outros países da Europa, não estou bem lembrado. Dely contava que Aroldo Murá parava em todas as igrejas católicas que encontrava, queria falar com o padre, bispo ou quem quer que fosse, desejava saber tudo sobre aquele templo, a história da construção, a história da cidade. Este é Aroldo Murá em quem podemos nos espelhar e dizer “não se fazem mais jornalistas como antigamente”.
Abraços
Jorge L Bernardi
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CAMINHOS DA VIDA
Um mestre. Foi o primeiro diretor de Redação com o qual trabalhei quando cheguei em Curitiba, em 1992, no antigo Indústria&Comércio. Guardo pelo professor Aroldo Murá profundo respeito pela sua enorme inteligência, memória e cultura, além de uma saudade imensa dos tempos em que ele comandava o antigo I&C – quando havia 13 (treze!!!) jornais diários em Curitiba. Aprendi coisas importantíssimas com ele, que me valeram a vida toda. Sou imensamente grato ao professor por ter me dado uma oportunidade no jornal e, de quebra, ter me apresentado a tantas feras do jornalismo. Que saudades!!!!!
Aurélio Munhoz
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BOM DE CONVERSA
Grande mestre. Belíssimas conversas com ele.
Riva Rivaroli (apresentador da RIC TV)
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Cassiana Lacerda
Cassiana Lacerda: O culto Aroldo tem um coração maior do que o mundo e um texto exemplar.
Sergio Tadeu Monteiro
Sérgio Tadeu Monteiro de Almeida: Excelente iniciativa ao reconhecer às virtudes e reputação ilibada do amigo Prof. Aroldo Murá. Sou fã de carteirinha.
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Tomás Eon Barreiros: Um verdadeiro professor de Jornalismo. Só um reparo: você disse que ele não tem nenhum filho. Na verdade, ele tem um filho adotivo (Fábio Cezar Haygert).
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Diego Antonelli: Uma figura ímpar no jornalismo paranaense. Uma pessoa com um coração enorme! Grande Aroldo!
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ZILMA, INESQUECÍVEL
Zilma Padilha: Eu, Assistente Social, sem a verve do jornalista, tive o privilégio de ter um texto publicado (e elogiado pelo professor Murá) no Indústria &Comércio, quando passei pela Comunicação Social da Prefeitura!
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Silvia Vicente Macedo: Convivi com o professor, Aroldo Mura durante três anos na Redação do I&C. Raramente me chamava pelo meu nome. Era chamada de Glória Swanson, atriz estadunidense do começo do século passado. Além de culto e inteligente, professor Aroldo é de uma competência incomparável. Aprendi muito com ele! Nunca vou esquecer do editorial que ele fez em defesa da liberdade de expressão, depois que um repórter fotográfico e eu fomos ameaçados e impedidos de trabalhar numa assembleia de motoristas e cobradores em greve. Tenho muitas saudades do professor e de nossas conversas sobre literatura clássica francesa!
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O OLHAR DO AMIGO JUK
Luiz Augusto Juk: Parabéns Valdir José Cruz. Excelente texto e merecida homenagem. O jornalista Aroldo Murá é sem dúvidas professor de nosso jornalismo que eu chamo de romântico, sério, verdadeiro, corajoso. Ele continua desempenhando seu trabalho com as homenagens no seu excelente projeto “Vozes”, reconhecendo e ressaltando os valores de muitos paranaenses que fazem parte da história do Paraná. Tenho muito orgulho de fazer parte desse tempo com este mestre do jornalismo.
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Sandra Solda Valdir, foi na minha formatura. E você tinha razão. Você e o Mazza criticaram a imprensa paranaense naquele dia. Foi épico e tenso. PARABÉNS
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COMEÇANDO SEMPRE
Adilson Faxina
Adilson Faxina: Grande Aroldo Murá (Haygert). Foi ele que me estendeu as mãos quando cheguei do interior, da roça, sem lenço e sem documento (minto, documentos eu tinha rsrsr) pra viver na ‘cidade grande’. Ele me reservou uma vaga de auxiliar administrativo na Empresa Brasileira de Notícias, que virou Radiobrás, onde ele era o gerente regional. Com a extinção da sucursal da Radiobrás no final dos anos 80, quem me estendeu as mãos novamente? Aroldo Murá. Ele me levou para o Jornal I&C, onde conheci pessoas queridas (entre as quais minha esposa Rita De La Cruz rsrs. Fazer uma média, né). O Professor Aroldo tem um texto primoroso, sempre os recomendo aos colegas.
TEMPOS DE FACULDADE
Vania Mara Welte: Ave! Aroldo Murá Haygert! Ave! Valdir Cruz! Amigos de longas jornadas. Com Aroldo as jornadas são mais antigas. Na PUC fomos companheiros e parceiros de trabalhos acadêmicos. Éramos poucos, mas era uma turma da pesada. Cabeças brilhantes e Aroldo sempre se destacava. Um ser humano de rara grandeza, um lord em seu comportamento. Ainda me lembro do retorno para nossas casas, caminhando pela Rua XV, em conversas infindáveis. Às vezes, nessa caminhada se juntavam Nelson Ribas e Jamil Snege (infelizmente, ambos já falecidos) e a filósofa Maria Inês Hammann, hoje, também Peixoto. Uma festa muito rica e com profundas reflexões. E, recentemente, tive o imenso privilégio de conhecer e conversar, sempre que possível, com o seu lindo e querido filho, Fábio. Pai e filho, exemplares figuras humanas. Parabéns, meu querido amigo Valdir Cruz pelo texto e pelo sua bela maneira de ser.
Ave! Meninos de Ouro!
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INTELECTUAL DENSO
Luiz Manfredini
Luiz Manfredini: Parabéns, Valdir, pelo belo e preciso texto que bem retrata o nosso amigo Aroldo Murá, um jornalista maiúsculo (como já não se vê mais), um intelectual denso, um bom caráter e bom amigo.
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Isabela França
Isabela França Este é o professor Aroldo!
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Luiz Carlos da Rocha
Luiz Carlos da Rocha: O texto é de felicidade exuberante, difícil empatar com ele, mas nem assim consegue render todas as homenagens de que o Mestre Aroldo é merecedor. Isso é tarefa impossível! Você foi brilhante!
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BOA AJUDA
Marcos Roberto Svieck Fernandes: Pouco conheço, mas o pouco, já se representou um grande homem, foi de extrema ajuda a mim, ano passado, e esta parte que fala amigo do bispo, pode ter certeza que sim. Na ocasião um encontro regional, onde alguns bispos presentes e me felicitaram pela escolha e demonstraram gratos pela participação que o mesmo teve. Não o conheço, apenas falei ao telefone e aqui no face. Mas ainda o vou conhecer. E olha, muitos amigos meus, noto proximidade com ele, tanto jornalístico quando religiosos, aos quais estou envolvido. Enfim. Bela nota. Gostei muito.
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Leomar Marchesini: Maravilha você haver escrito isto Valdir. Eu tenho o privilégio de ser amiga pessoal de Aroldo desde a juventude. E hoje sei que ser amiga deste homem é uma honra. E uma benção.
DOS LEITORES (2), AINDA SOBRE O TEXTO DE VALDIR CRUZ: OPINAM LUIZ CARLOS ROCHA, CUNHA, CASSIANA, VÂNIA WELTE, JORGE BERNARDI, LEOMAR, MANFREDINI, FAXINA…
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