
Luislinda Valois é outro destaque do ano. A desembargadora, ministra dos Direitos Humanos do governo Temer, reclamou dos vencimentos de R$ 33,7 mil – teto do funcionalismo público. Queria acumular também o salário da justiça estadual da Bahia, num total de R$ 61 mil. Reclamou tanto que reclamou também o retroativo no valor de R$ 300 mil, referente ao período que ocupava o cargo.
O argumento, no ofício enviado ao presidente Michel Temer, é que a sua situação “se assemelhava ao trabalho escravo”. Citou até a Lei Áurea. A má repercussão não lhe causou constrangimento. Ao contrário, em discurso anunciou-se “preta, pobre e da periferia”.
PRESIDENTE VEXADO
Com a debandada do PSDB dos ministérios de Temer, a tucana indicada por Aécio, resolveu pregar-se no assento. Anunciou que deixaria o partido para filiar-se a outra legenda. Bateu à porta do PMDB, foi rejeitada pelo grupo afro da legenda. Agora, esperneia. O presidente já queria demiti-la em outubro passado, mas até a mulher do cafezinho o constrange. É um presidente vexado, torcendo para ser esquecido em vida.
