
O CEO do Grupo Positivo, Hélio Rotemberg, curitibano que se enquadra facilmente entre os nomes mais importantes do mundo digital da orbe toda, não se cansa de abordar vitórias do empreendimento iniciado por Oriovisto Guimarães.
Uma das vitórias, que ele comemora, no momento, é do desenvolvimento de drones para a área agrícola. Nada mais próximo da realidade paranaense, onde o agrobusiness é dominante, do que o drone.
Nele Hélio e sua equipe apostam muito: pesa 50 quilos e pode carregar até 150 quilos de agrotóxicos para pulverização nas lavouras.
VANTAGENS
A vantagem do drone com a assinatura do Positivo reside primeiramente em garantir pulverização em nível mais baixo do que a feita pelos tradicionais aviões fumigadores. E a menor custo do que aviões. Isso quer dizer que assim se beneficiam o ser humano e o meio ambiente, pois o agrotóxico terá distribuição mais uniforme, em menor altitude, e com melhor rendimento. Exporá o ser humano e o ambiente mais moderadamente aos agrotóxicos.
Para a materialização desse avanço tecnológico na lavoura, o grupo Positivo investiu R$ 12 milhões, apoiando o desenvolvimento do projeto iniciado por pesquisadores egressos do ITA.
A área de atuação da Positivo Tecnologia é ampla:
Tem escritórios, por exemplo, em Taipe (Formosa) e em Shenzen (China), além de fábrica de computadores em países como Argentina, Quênia e Ruanda. Fábricas também estão em Manaus, Ilhéus.

