
No Brasil é assim: falamos em franquias democráticas, em direitos iguais, em direitos de ir e vir. Os mais moços, e outros nem tanto, de viéses radicais à direita e à esquerda, sonham é com uma Democracia prêt-à-porter, como regra. Algo sob medida a seus interesses; e a população pagante de impostos, que se lixe…
Foi o que aconteceu ontem: dois jovens, “engajados nas lutas populares”, telefonaram-se reprovando a publicação de nota, neste espaço, sobre a barbaridade que é fechar uma Rua como a Dr. Faivre, tal como faz o MST, que lá instalou seu acampamento de lonas pretas diante da sede do INCRA.
Os reclamantes acharam que eu ‘passei das medidas’.
Mas que medidas?
E perguntei a um deles:
– Como você se portaria se quem fechasse a rua fosse o Bolsanaro ou o pastor Feliciano, dois notórios radicais da direita? Aplaudiria?
Rua “privatizada” por movimento político ou qualquer outro – dito popular ou não –eu sempre condenarei. Por questão de coerência.

