
Em extenso e fortemente fundamentado artigo de opinião, o presidente da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro, Eduardo Eugênio Gouveia Vieira, diz no Estadão desta segunda, 7: O sistema “S” pode atuar em conjunto para atingir seus objetivos principais. O maior deles, a formação de mão de obra técnica para o mundo do trabalho.
Queixa-se, no artigo, da falta de liberdade de entidades empresariais, que viveriam “com amarras herdadas do período varguista”.
EXEMPLO FORTES
Lembrou que países como Alemanha, França e Itália têm instituições congêneres ao sistema “S” brasileiro.
Recordou, entre outros raciocínios, que será preciso ampliar a presença da formação de boa mão de obra. E, disse, que o problema é igualmente sentido na França, onde a associação empresarial do ramo hoteleiro queixa-se de uma defasagem de 100 mil empregados: são vagas não preenchidas por falta de correta formação profissional.
AÇÃO CONJUNTA
Acha que a eventual ação comum entre as instituições do sistema “S”, capturando conhecimentos e expertises, poderia garantir a economia de 30% sugerida por Paulo Guedes na palestra que fez na Firjan.
