segunda-feira, 6 julho, 2026
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TEMPOS DE RAFAEL WALDOMIRO: LENDO COM LUPA “RELATÓRIO” SOBRE O VICE

Maria Victoria: por ora, a preferida…

O alcaide Rafael Waldomiro, totalmente refeito de suas férias romanas, mas ainda magoado por não ter sido recebido pelo papa, seu grande alvo, dedicou parte da semana para examinar o relatório que foi feito – a seu pedido – por dois jornalistas, um advogado e um secretário do Município, sobre “como se comportou” o vice Eduardo Pimentel na sua ausência.

“MEUS POBRES”

Até que recebeu bem o relato, não escondendo ter ficado contrafeito, no entanto, ao saber de imersões do vice em áreas de camadas carentes da população. “Os pobres são preferencialmente meus”, teria sentenciado, em tom de mágoas, o alcaide Macedo.

Afinal, o alcaide não tem mais asco de cheiro de pobre, como tinha durante a campanha. Aprendeu a lição, com um grande susto.

No entanto, irado ficou mesmo foi quando, olhando com lupa o texto, chegou a apontar “dois erros de ortografia e um de concordância” no “paper”. E esbravejou: “E todos os redatores do texto são da área de humanas…”

Quem ouviu o despautério, garante que o alcaide, diante dos erros de português, quase se manifestou em apoio ao corte de Bolsonaro aos cursos de Humanas. Deixou no ar o aplauso.

COM MARIA VICTORIA

No domingo passado, segundo alcaide postou no Face, ele recebeu na Chácara São Rafael (aquela dos imbróglios das obras de arte retiradas da Fundação Cultural, um assunto nunca explicado direito até agora) o casal Cida Borghetti-Ricardo Barros.

O ARTICULADOR

Eduardo Pimentel: distanciamento possível

A propósito: Maria Victoria, a filha do casal Cida-Ricardo, poderá gerar um maior distanciamento do alcaide de seu vice. Pois corre, em voz alta, até no gabinete de Greca de Macedo, que ele quer a jovem deputada como sua vice, na próxima eleição.

Para tanto, o alcaide Rafael Waldomiro coloca todas as fichas na possibilidade de Ricardo Barros, tido como grande articulador, mas que não tem sido feliz em suas grandes empreitadas. Ele falhou a começar pela tentativa de o irmão Silvio voltar à Prefeitura de Maringá, e Cida ser reeleita, e ele mesmo não ter conquistado nenhum lugar ao sol no plano federal.

Abro parênteses: acho que Silvio e Cida eram excelentes nomes postos para eleições.

NA GELADEIRA

Barros estaria hoje na geladeira de Bolsonaro, ao contrário do que aconteceu quando esteve na berlinda nos governos de Lula, Dilma e FHC. Esses seriam os reais motivos do “freezer” que o ex-ministro experimenta na era olavista.

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