Para mim não será surpresa se o futuro diretor da Biblioteca Nacional acabe sendo um escritor do Sul, com largo circulação de amizades em Curitiba. Aqui vivem muitos dos que batalham pela indicação. E que não escondem: “Estamos mesmo fazendo lobby em favor dele. Nos altos escalões da República”.
O nome do objeto de tanta admiração – por sua vasta obra literária -, fica na “geladeira”, por ora. A pedido dos amigos, “pra não gorar nosso trabalho”.

