
O ministro da Saúde, Ricardo Barros, e o governador Beto Richa repetiram na segunda, 5, o que, mais ou menos, é “agenda obrigatória” dos dois: conversaram por boa parte da manhã no Palácio Iguaçu. Observadores políticos asseguram que “isso virou meio que ritual, sempre que Ricardo está em Curitiba nas segundas”.
Claro que o teor das conversas não transpirou. Nunca transpira. Mas claro também que a sucessão governamental, a candidatura de Cida, a campanha deste ano, e alianças partidárias estiveram na pauta.
Deve ter sido abordado, mesmo que de leve, também o empenho de Fernanda Richa para a eleição do filho, Marcello, a deputado estadual.
