terça-feira, 12 maio, 2026
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Piolla agora fica ente os mil “Caballeros” da ordem de Santiago

Gilmar Piolla recebeu no último sábado (26) o título de “Caballero” da Ordem do Caminho de Santiago. A cerimônia ocorreu na região galega de Santiago de Compostela, na Espanha
Gilmar Piolla recebeu no último sábado (26) o título de “Caballero” da Ordem do Caminho de Santiago. A cerimônia ocorreu na região galega de Santiago de Compostela, na Espanha

Superintendente de Comunicação da Itaipu Binacional, o jornalista Gilmar Piolla recebeu no último sábado (26) o título de “Caballero” da Ordem do Caminho de Santiago, na região galega de Santiago de Compostela, na Espanha.

À noite, o título foi recebido em cerimônia na Igreja de Santiago de Allariz. Antes, durante o dia, Piolla e os demais “Caballeros” plantaram uma muda de carvalho no Bosque de los Peregrinos, próximo à cidade de Melide. Segundo palavras de Piolla, “foi um dia de fortes emoções”.

2 – 840 ANOS DE HISTÓRIA

A Ordem Militar de Santiago (ou Orden Del Camino de Santiago) é uma ordem religiosa-militar de origem castelhano-leonesa, atualmente ibérica, instituída por Afonso VIII de Castela e aprovada pelo Papa Alexandre III, por meio de bula outorgada em 5 de julho de 1175, que a tornou uma ordem supranacional.

Os Cavaleiros de Santiago, conhecidos como Santiaguistas ou Espatários (seu símbolo é uma espada em forma de cruz, ou cruz de forma de espada), faziam votos de pobreza e de obediência, mas seguindo a regra de Santo Agostinho ao invés da de Cister, em que seus membros não eram obrigados ao voto de castidade – alguns dos fundadores eram casados, inclusive.

3 – SÓ 10 BRASILEIROS

Piolla é cavaleiro de número 1.047. É o décimo brasileiro a receber a comenda de Santiago, que lhe foi concedida pelos “inúmeros feitos em favor do turismo internacional”, como explicou um dos organizadores do evento, na noite de sábado. Dentre as ações mais notáveis na área turística desenvolvidas pelo jornalista está seu trabalho no Fundo Foz de Desenvolvimento e nas inúmeras ações que patrocinou, não Paraná, visando a ampliação dos negócios turísticos, particularmente na chamada Três Fronteiras do Brasil, Paraguai e Argentina.

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