terça-feira, 12 maio, 2026
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Parte da área de segurança em Londrina sofre devassa do Gaeco

 ‘Operação Imperium’ atinge delegado, investigadores da Polícia Civil e empresários acusados de corrupção, lavagem de ativos e exploração de jogos ilegais. Na Guarda Municipal, ação do MPPR acusa 11 guardas de tortura, abuso de poder e falsidade ideológica.

 

Algo de muito podre está ocorrendo em Londrina, é o que se conclui de dois noticiários enviados pelo MPPR – dia 15, e hoje, 16. Os dois relatos, se por um lado mostram a eficiência e a vigilância do Ministério Público do Paraná, MPPR, (por meio do GAECO), por outro expõem a constância com que organismos policiais atuando na segunda mais importante cidade paranaense, estão corrompidos e praticam toda sorte de violência e ilegalidades.

No dia 15, quarta-feira, o GAECO deu conta que havia denunciado 11 (onze) guardas civis de Londrina por toda sorte de barbaridades: desde corrupção, torturas, abuso de poder, falsidade ideológica. Hoje, 16, o mesmo MPPR volta a mostrar que organismos de segurança, pagos pela sociedade para garantir-lhe ajuda, praticam crimes. Em Londrina.

Naquela cidade, o MPPR executou hoje , 16, 17 mandados de busca e apreensões e 3 de imposição de medidas cautelares no âmbito da’ ‘Operação Imperium’, que investiga lavagem de ativos e exploração de jogos ilegais, mediante corrupção ativa e passiva. Nesse caso, os alvos são um delegados de polícia (PC), 10 investigadores da Polícia Civil e seis empresários. Veja texto completo no site: www.mppr.mp.br

Clique aqui e ouça o áudio do promotor de Justiça Leandro Antunes Machado, do Gaeco
de Londrina, sobre o trabalho realizado hoje,16.

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