quarta-feira, 8 julho, 2026
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NO SENADO, ARNS PEDE CRITÉRIOS MÍNIMOS PARA LICITAÇÕES

Licitação eletrônica.

O vereador Professor Euler e o deputado estadual Jorge Goura garantiram à coluna/blog que a Prefeitura de Curitiba contratou serviços em obras sem licitação, sob o argumento de “urgência”. Chegam a 200 os contratos “anômalos”, assim em execução.

Talvez pensando em realidades como as citadas, o senador Flávio Arns (Rede/PR) tenha apresentado na semana Projeto de Lei (PL) nº 2859/2019 com o objetivo de prever critérios mínimos para garantir um padrão razoável de qualidade ao resultado das pesquisas de mercado realizadas para estimar o preço das licitações e definir o custo das contratações diretas.

PESQUISA DE MERCADO

A proposição legislativa do parlamentar leva em consideração que a Lei do pregão (Lei n º 10.520/2002) e a lei geral de licitações e contratos (Lei nº 8.666/1993) apresentam lacunas quando o assunto é pesquisa de mercado, não trazendo requisitos para a garantia da qualidade do processo.

“Estamos buscando com essa matéria evitar contratações ineficazes ou antieconômicas em todo o território nacional, causando prejuízos financeiros e operacionais à Administração Pública. Uma vez convertida em Lei, teremos como resultado mais economia nas contratações públicas, com racionalização dos recursos para as áreas que carecem de mais investimentos do Estado”, explicou Flávio Arns.

CINCO COTAÇÕES

– Arns propõe com o PL nº 2859/2019 que se assegure um quantitativo mínimo de cotações (cinco) a serem consideradas na pesquisa, pois quanto maior a quantidade de orçamentos obtidos, maior o grau de fidedignidade da estimativa.

LICITAÇÃO ESSENCIAL

Considerando também que existem fontes fortes e fracas de pesquisas, a matéria busca priorizar as consultas a preços praticados pela Administração Pública, que passaram pelo filtro da licitação, ao invés das cotações apresentadas pelos fornecedores.

Prefeitura de Curitiba
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