
Com as fotos e observações que seguem pretendo encerrar o exame do triste episódio que foram as manifestações, cheias de barbarismo, feitas por movimentos de esquerda, na noite de sexta-feira, no setor Histórico de Curitiba, contra a realização do casamento da deputada Maria Victoria e o advogado Diego Campos.
“FLASHES” FALANTES
As fotos são eloquentes, para mim e todas as pessoas de bom senso – pela agressividade com que convidados, os noivos e familiares dos noivos foram agredidos, com ovos e até pedras. Policiais receberam pedradas, e comportaram-se impecavelmente: não entraram em confronto com a turba comandada por uma denominada Frente Popular.
NÃO SOMOS INGÊNUOS
Não pertenço ao rol dos ingênuos ou dos que deliberadamente querem ser enganados: os manifestantes não estavam preocupados em preservação do edifício histórico da Sociedade Garibaldi, conforme alegaram alguns.
A “catequese” deles era só uma, a de fazer valerem seus gestos e maneira de viver a peculiar democracia “popular”.
DEPREDANDO A HISTÓRIA
Tanto não estavam preocupados com o prédio tombado da Garibaldi (que não teve um centímetro de sua estrutura e paredes comprometidos pela festa) que os arruaceiros “esquerdistas” arremessaram ovos, centenas, contra a alvas paredes da centenária Igreja do Rosário, onde até conseguiram manter, numa espécie de “cárcere privado”, em certos casos por duas horas, pelo menos, dezenas de convidados.
VELHA “DEMOCRACIA”
A objetiva narrativa que segue, eu a fui colhendo de depoimento que me enviaram repórteres profissionais e repórteres amadores – que testemunharam 250 pessoas lançando pedras e toda sorte de detritos contra os que foram às bodas. Quase todos devidamente paramentados, com bonés e distintivos de seitas esquerdistas.
Volto a dizer: 200 ou 300 pessoas que fizeram o protesto, não representam os 3 milhões de moradores de Curitiba e sua Região. Não nos representam.
O leitor acompanhe momentos dessa “proposta democrática” que repórteres-fotográficos captaram:
DUZENTAS PESSOAS…
Eram cerca de 200 pessoas, boa parte vestindo coletes da CUT, portando bandeiras com mensagens de apoio ao Lula e vários cartazes com dizeres políticos (“Fora Temer”, “Não à reforma da previdência”, “Contra a Reforma Trabalhista”, “Deputada do camburão”). O que comprova a conotação política da manifestação. As pessoas que estavam no Largo e se juntaram ao protesto foram estimuladas pelos agitadores profissionais.
REDE DO PT/PR
– As páginas nas redes sociais do PT do Paraná, Fórum 29 Abril (ligado a APP ), Sismuc (sindicado dos servidores públicos municipais), CWB Resiste ( ligada aos Black Blocks) e outras da turma da esquerda convidaram à manifestação e fizeram a cobertura do protesto. Foram em parte responsáveis pelas cenas de barbárie.
CONVOCAÇÃO
– Uma senadora postou convocação ao protesto, batizado de “Grito por Justiça”, marcado para ocorrer as 17h no Largo da Ordem. Uma roupagem diferente para o protesto. Ela apagou o post. (segue em anexo o print que fizemos).
SOBROU PARA IGREJA
– As fotos mostram que a histórica Igreja do Rosário ficou com as paredes marcadas de ovos arremessados nos noivos, familiares e convidados e ao próprio patrimônio representado pelo templo. É possível ver também garrafas. Houve danos ao patrimônio.
– Vale o questionamento, se a crítica era ao uso/alteração da fachada de um prédio tombado (palácio Garibaldi), os manifestantes não tiveram respeito algum pela centenária Igreja.
PRESOS NO TEMPLO
– Talvez o episódio mais triste tenha ocorrido com os convidados. Muitos ficaram presos na Igreja por mais de uma hora; alguns, quase duas horas, aguardando para serem escoltados. Quem se arriscou e resolveu caminhar foi alvo da turma com ovos, sacos de lixo, cerveja, água e até xixi.
Não foram poucos os ataques físicos perpetrados contra mulheres, senhores e crianças. A turba queria apenas exercitar sua “justiça” contra a ‘burguesia’ e os chamados reacionários.
SEM CONFRONTOS
Acentue-se:
– Não houve confronto entre PM e manifestantes. Houve agressão por parte dos manifestantes aos noivos e convidados. A PM agiu apenas para protegê-los.
– Um dos PMs tomou uma pedrada no rosto, sangrou na hora, e há relatos de policiais feridos por pedras e outros objetos arremessados
– Por fim, muitos convidados anunciaram que vão procurar Justiça para processar os vândalos e agitadores das manifestações. Medidas judiciais serão tomadas.
Nota oficial sobre os acontecimentos ocorridos na noite de sexta-feira (14):
“Tudo transcorreu dentro da normalidade na cerimônia religiosa e na recepção aos convidados. Apenas o trajeto que os noivos fariam a pé, da Igreja do Rosário ao Palácio Garibaldi, foi alterado pela ação dos manifestantes.
Lamentam-se as agressões físicas e verbais a alguns convidados. Mas é o preço da democracia, em que muitos ainda não sabem viver.
A pré-candidatura de Cida Borghetti ao Governo do Paraná foi a motivação dos protestos incentivados e financiados pelos partidos e sindicatos de esquerda.
Maria Victoria, Cida Borghetti e Ricardo Barros”








