
Exagerou o jornalista que registrou estarem em “estado de graça” o ministro Gilmar Mendes, do STF, e o ministro Sergio Moro, porque foram ‘flagrados’ em fraternal bate papo, em jantar, numa casa de pasto de Lisboa, na semana.
Nada demais – até porque as implicâncias com o Moro estavam centradas no juiz da Lava Jato, que ele não mais é.
E mais: Moro estava lá a convite dos organizadores do seminário internacional de juristas promovido pela escola de Direito de Gilmar Mendes.
