
A presidente nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann, reclama de barriga cheia. Fosse uma sem-foro sem privilégio e, talvez, fosse ela a liderar a comissão de frente dos políticos presos na Lava-Jato.
Quis o destino, porém, que o líder icônico do partido, hoje sem mandato, fosse o escolhido.
Nas redes sociais, Gleisi atacou o juiz Sérgio Moro, reclamando da decisão arbitrária, afirmando ser ela “a reedição dos tempos da ditadura” e enxergando na ordem de prisão “um juiz armado de ódio e de rancor”.
