Ceasa sedia primeiro campeonato de DRIFT de Curitiba
Curitiba terá um fim de semana de manobras radicais, pneus cantando e carros deslizando nas curvas em alta velocidade. Neste sábado e domingo, dias 16 e 17 de maio, a Ceasa Paraná recebe a primeira competição de drift já realizada na cidade: a etapa de abertura do Campeonato Paranaense de Drift DKBR. O evento reunirá 35 pilotos profissionais e deve atrair cerca de 6 mil pessoas. A competição abre o calendário estadual da modalidade, que terá seis etapas ao longo do ano. Os pilotos disputarão premiações em dinheiro que podem chegar a R$ 100 mil para o campeão.
Além das batalhas na pista, serão liberados alguns momentos para o público visitar os boxes das equipes e tirar fotos com os pilotos. O evento também terá exposição de veículos de competição, antigos, modernos e customizados, Arena Gamer com simuladores gratuitos, kart drift e a “Carona Radical”, experiência em que o visitante anda em um carro de drift ao lado de um piloto profissional. As experiências de kart drift e Carona Radical poderão ser adquiridas no local. Também será montada uma área de alimentação com diversas opções de lanches.
O DRIFT é uma modalidade automobilística em que os pilotos fazem curvas em alta velocidade com o carro deslizando lateralmente.
Campeonato Paranaense de Drift DKBR – 1ª etapa
Local: Ceasa Paraná, na Rua Adilson Luís, 352, em Curitiba
Data: 16 e 17 de maio
Horário: sábado (das 17:30h às 22h) e domingo (das 11h30 às 17h)
Ingressos
Estacionamento no local mediante doação de 1kg de alimento ou R$ 7,00
Um conto visual para toda a família: “Historieta” retorna ao Mini Guaíra

Sabe aquelas histórias que ficam guardadas na memória não só pelo que dizem, mas pelo que nos fazem sentir? O espetáculo “Historieta”, da Cia Girolê, é exatamente um desses encontros. Após uma trajetória de muito carinho e reconhecimento pelo público e pela crítica paranaense — o que rendeu à montagem três Troféus Gralha Azul —, a peça volta aos palcos de Curitiba para duas apresentações especiais no Miniauditório Glauco Flores de Sá Brito. O retorno acontece nos dias 16 e 17 de maio, sempre às 16h, transformando a tarde do final de semana em um mergulho no imaginário lúdico e sensível da infância.
No palco, a estética inspirada no universo visual de Tim Burton dá o tom para uma fábula que mistura teatro e a arte da palhaçaria com uma delicadeza rara. A trama acompanha a rotina de um menino solitário que encontra em uma borboleta sua maior companheira de aventuras. No entanto, o surgimento de uma menina misteriosa muda o rumo das brincadeiras, trazendo à tona, de forma poética e leve, reflexões sobre a fragilidade da vida e a importância de aceitarmos os ciclos naturais das coisas.
É um espetáculo que escolhe o caminho do humor delicado e do lirismo para falar sobre amizade e despedida, provando que temas profundos podem ser compartilhados com crianças de todas as idades através de imagens fortes e símbolos universais. Para quem busca um programa cultural que equilibre beleza visual e conteúdo emocional, os ingressos já estão disponíveis. É uma oportunidade de revisitar a infância dentro da atmosfera acolhedora do Mini Guaíra, celebrando o teatro feito com o coração aqui na nossa cidade.
Quando: 16 e 17 de maio (sábado e domingo)
Horário: Às 16h (perfeito para o passeio em família)
Onde: Miniauditório Glauco Flores de Sá Brito (Mini Guaíra)
Quanto: R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia)
Vendas: Garanta seu lugar pelo Disk Ingressos
Bruna Lucchesi convida Helio Flanders em show no Sesc Paço da Liberdade

Após o lançamento de Bandoleira, a cantora e compositora Bruna Lucchesi inicia a turnê do novo álbum ao lado do amigo e parceiro musical Helio Flanders (Vanguart). Os shows acontecem em formato intimista, da maneira como foi concebido na atmosfera da faixa “No Lombo de Um Cavalo”, feat deles presente no disco. O terceiro show será em Curitiba, terra natal de Bruna, no sábado, 16 de maio, às 17h30 no Sesc Paço da Liberdade.
No palco, Bruna e Helio apresentam um repertório que atravessa canções de Bandoleira, valorizando as vozes, os silêncios, a poesia e a força narrativa das composições. O encontro entre os artistas evidencia afinidades estéticas que transitam entre a canção brasileira contemporânea, a poesia e o universo folk, tudo de forma muito autêntica e enérgica.
Lançado recentemente, Bandoleira marca uma nova fase na trajetória de Bruna Lucchesi, reunindo canções que exploram deslocamentos, afetos e a figura da viajante errante, em uma narrativa muito bem construída que representa o momento vivido também coletivamente. O disco reforça a aproximação da artista com uma sonoridade mais orgânica e imagética, característica presente na colaboração com diversos artistas, poetas, compositoras e arranjadores.
- Data: 16 de maio, sábado
- Local: Sesc Paço da Liberdade
- Endereço: Praça Generoso Marques, 189 – Centro, Curitiba – PR
Horário: 17h30 - Ingressos: R$15 meia entrada, R$30 inteira
- Ingressos na porta
Livro denuncia violações institucionais contra mulheres trans e travestis no sistema judiciário

Mais de 90% das pessoas que integram o Poder Judiciário brasileiro são cisgêneras e heterossexuais, de acordo com dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Essa composição tem consequências diretas: mulheres trans e travestis continuam invisibilizadas nas audiências de custódia, com desrespeito generalizado ao nome social e uso de pronomes vinculados ao sexo biológico, não ao gênero. É o que revela o livro “Doutor Juiz, Eu Sou Uma Travesti: Perspectivas Transfeministas sobre Audiências de Custódia no Processo Penal Brasileiro”, do juiz paranaense Diego Paolo Barausse. Publicado pela Editora Appris, o lançamento será no dia 16 de maio, às 10h30, na Livraria Telaranha.
Apesar de maio marcar o Dia Nacional do Orgulho Trans (15), os dados ainda indicam um cenário preocupante: o Brasil permanece há mais de uma década como o país que mais mata pessoas trans e travestis no mundo, segundo a Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra). Nesse cenário alarmante, essa população continua invisibilizada pelo sistema de justiça criminal. Diego Paolo Barausse atuou entre 2016 e 2020 na Central de Custódia de Curitiba, realizando audiências de custódia — o primeiro contato de uma pessoa presa com um juiz. Foi nesse período que ele percebeu um desrespeito generalizado à identidade dessas mulheres e ao nome social, além da utilização inadequada de pronomes de tratamento, invariavelmente vinculados ao sexo biológico e não ao gênero das pessoas.
O livro propõe o que o autor chama de transfeminismo jurídico — um novo olhar sobre o Direito que convida operadores do sistema de justiça a interpretar as leis a partir das experiências de pessoas trans, travestis e não binárias. A pesquisa mostra violências desde a prisão até as audiências de custódia: desrespeito ao nome social e à identidade de gênero por policiais e delegados; documentos oficiais que ignoram a existência de mulheres trans e travestis; ausência de perguntas sobre violência policial, tratamento hormonal ou problemas de saúde; falta de informações sobre identidade de gênero nos processos judiciais.
Lançamento de “Doutor Juiz, Eu Sou Uma Travesti”
- Data: 16 de maio (sábado)
- Horário: 10h30
- Local: Livraria Telaranha (R. Ébano Pereira, 269 – Centro, Curitiba)
- Entrada Gratuita
