
Dizem os que o conhecem bem que o deputado Felipe Francischini, presidente da poderosa CCJ da Câmara, é muito mais do que o ar de eterno bebezão.
E que ele é capaz de ser muito enérgico e controlador, quando em hora necessária e depois de esgotada sua paciência.
A capacidade de reação do paranaense já está clara, agora: na quarta-feira, ele andou declarando à imprensa que não é “afeito a pressões”. Tudo por conta dos imbróglios montados por oposição e companhia ao encaminhamento da apreciação da PEC da reforma da Previdência.
