
Na edição de segunda, desta coluna, poderei revelar os resultados conseguidos pelo fundador da FAG, Assis Gurgacz, no contato que manteve nesta sexta, junto com o diretor da instituição universitária, Sergio de Angelis, em Araraquara, com o médico Gilberto Chierice, responsável pela “descoberta” do uso da fosfoetanolamina como medicamento capaz de curar alguns tipos de câncer. O assunto foi por mim abordado ontem neste espaço.
Segundo informações da USP, conhecidas em notas oficiais da universidade:

“Os estudos com a substância começaram no início dos anos 90, coordenados pelo professor Gilberto Orivaldo Chierice, hoje aposentado, e até 2014 havia a doação de cápsulas no Instituto de Química de São Carlos (IQSC), mas uma portaria mudou o sistema.
Substância é produzida no campus I da USP, em São Carlos (Foto: Reprodução/EPTV). De acordo com a determinação nº 1389/2014, publicada pela diretoria, a produção e a distribuição de drogas com finalidade medicamentosa só podem ser efetuadas com a apresentação de licenças e registros. Como a fosfoetanolamina sintética não possui a permissão da Anvisa, parou de ser doada e os pacientes recorreram ao judiciário”.
A FAG, de Cascavel, segundo confirmou à coluna o professor Sergio de Angelis, diretor geral da instituição universitária, oferecerá massa crítica – professores – e laboratórios para a sintetização da fostoetanolamina, em colaboração com órgãos públicos do governo do Rio Grande do Sul que estão envolvidos no mesmo projeto.
