
De forma acintosa, e no momento de extremo perigo passado pelo vírus, redes sociais fazem convocação aberta às festanças…
A nova safra de vereadores de Curitiba esboça alguns poucos nomes dispostos a ir além das celebrações de datas festivas, títulos honorários e todo esses “enfeites” que têm caracterizado a Câmara da capital há anos. A esses ‘adereços legislativos’ inclua-se uma “doentia” adesão ao prefeito. Seja quem for.
No momento, a obediência cega dá-se em relação ao déspota Rafael Valdomiro Greca de Macedo. E olha que Greca sabe pedir o couro dos que lhe servem sem reclamar…É bom que os estreantes tenham modelos em que se inspirar e, se for o caso, desses modelos conquistar sugestões, caminhos para um bom trabalho. O vereador professor Euler (PSD) pode até ser um deles, tal o maduro portfólio com que esse vereador soberbamente bem montado do ponto de vista de conhecimentos, foi trabalhando mandato anterior.
Agora, por exemplo, Euler, de forma muito precisa, apresentou projeto (a ser analisado na terça-feira, 9), em caráter de urgência, tentando criar dispositivos para inibir as festas e suas aglomerações na pandemia. A proposta vai na jugular dos festeiros : quem, em última instância vai responder pela festas proibidas em dia de pandemia, será o dono do imóvel.
