

Em meio ao turbilhão político nacional gerado pela prisão de Beto Richa, Fernanda e Pepe, além de ex-auxiliares diretos do ex-governador e candidato ao Senado, com todas as consequências das operações policiais deflagradas, há pelo menos um nome que cresce de imediato. É o de Flávio Arns, que foi secretário de Educação de Richa e seu vice-governador no primeiro mandato, dono de mãos absolutamente limpas.
BEM COLOCADO
Pois Arns, que já vinha aparecendo como o terceiro nome mais bem aceito para o Senado –atrás de Requião e Beto Richa -, “vai crescer muito”, opinam analistas. A ponto de alguns avaliadores da temperatura eleitoral afirmarem que hoje, diante do novo quadro político, Arns pode ser inscrever como o nome que a Rede elegerá para o Senado. Talvez o único no Brasil.
SEM MÁCULAS
O que se tem como certo é que além de ser ficha limpa – qualidade também encontrável em outros candidatos, como Oriovisto Guimarães e Alex Canziani – Flávio Arns conta com vantagem a mais: ele tem enorme “recall do bem”, pois inevitavelmente associado a doutora Zilda Arns, sua tia, criadora da Pastoral da Crianças, e que morreu no Haiti, durante terremoto, ao socorrer a população local; e ao cardeal Paulo Evaristo Arns, a grande referência do país aos atos de arbítrio do regime militar de 1964.
CONHECE O SENADO
Adiciono a esses apoios, que sempre poderão ser associados a Flávio Arns, o fato de ele já ter sido senador e ter ganhado notoriedade nacional pela maneira como se empenhou e apoiou instituições como as APAES.

