O quadro da Criação, de Michelangelo: herança universal
O quadro da Criação, de Michelangelo: herança universal
Sou Cristã… Porém, o Estado é laico! E falar o nome de Deus em vão, para defender o autoritarismo? Nos poupem!
CLARICE PAGANINI
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“VENDILHÕES DEMAGOGOS”
A ALEP não é apropriada para pregação Bíblica, só mesmo os vendilhões demagogos o fazem. A assembleia é para o trabalho em benefício do povo que determinou aos senhores políticos que defendam os interesses do povo e não de entidades. Políticos não pode ficar fazendo política utilizando-se do livro Sagrado dos Cristãos!
WASYL STUPARYK
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“NÃO VAIARAM JESUS”
Com toda certeza as vaias não foram para Jesus e nem para o Espírito Santo. O nobre deputado querendo mudar o foco. Por favor, mais respeito com a nossa classe!
Gilmara Bittencourt de Souza
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A LEI PROTEGE RELIGIÕES E SÍMBOLOS DAS CRENÇAS…
Tudo bem que o Estado seja laico. Mas nem por isso temos licença para “destruir” símbolos religiosos. Aliás, existe lei que pune os que promovem desacatos e destruição de símbolos de fé religiosa.
Como cristão evangélico, faço uma advertência: só há um pecado que jamais será perdoado. É aquele contra o Espírito Santo, conforme o Evangelho nos adverte.
CARLOS ALBERTO GRECA SANTINI, Curitiba
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NEM OK AOS GREVISTAS, MUITO MENOS A CERTOS “CRISTÃOS”
Sou católico romano, acredito em tudo o que a Santa Madre ensina.
Ela nos ensina a venerar e resguardar os nomes santos – como de Deus, do Filho e do Espírito Santo -; fazendo o contrário, estamos não só pecando. Esse desrespeito, como o visto na ALEP, por grevistas, também pode ser enquadrado na lei civil. É crime.
Mas tão importante quanto isso é lembrar que há muita gente – pastores de todos os credos – fazendo de Jesus um grande negócio. Gente que esquece, ao mesmo tempo, que o ser humano – o homem e a mulher – é a melhor expressão do sagrado. Eles descuidam de cuidar do homem e da mulher, a quem maltratam com discriminação racial e social, e com salários miseráveis e injustos, mesmo assim achando-se e proclamando-se “cristão”.
Então, “modus in rebus”: coloquem-se as coisas no lugar. Assim, nem a loucura e insanidade dos grevistas, muito menos o pecado continuado dos que brincam e maltratam a grande obra do Criador, o ser humano…