quinta-feira, 2 julho, 2026
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DOS LEITORES (1): Primeira medida era ‘preservar’ a marca da empresa

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Prezado Professor Aroldo Murá,

Na década de 60, trabalhei na MasterSom, da agência de Publicidade CARBUS do saudoso Sech Junior. Entre outras contas, atendemos a empresa N.Sra. da Penha. Quando acontecia algum acidente, a gente ia para preservar a “marca” da empresa. Em várias oportunidades, constatei que acidentes quase sempre, aconteciam ferimentos por falta de um cinto de segurança, que na época não se utilizavam, em ônibus.

Simples, até nos carros leito, com qualquer batida frontal, por mais simples que fosse, o cidadão dormindo no assento era arremessado para a frente e machucava a testa, sobrancelhas, boca, colidindo no encosto do banco da frente.

Hoje, colocaram o cinto nos ônibus, mas colocaram o cinto “abdominal”, que ajuda, mas não protege da colisão do passageiro com o banco a sua frente. Este, que aparece na foto do carro acima, seria o ideal para ônibus. Mas, será que interessa??? Na época, cansei de falar com o “chefe”, que deve ter levado a empresa. Nunca fizeram nada!

WASYL STUPARYK, Curitiba

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