sábado, 27 junho, 2026
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‘DIO SANTO!’ QUANDO OS ITALIANOS CHEGARAM AO PARANÁ

Diego Antonelli e Fábio Campana: na revista Ideias
Diego Antonelli e Fábio Campana: na revista Ideias

A revista Ideias, de Fábio Campana, continua trabalhando num tema que a todos interessam neste Paraná de “todas as gentes”: as imigrações.

Na edição deste maio, o jornalista Diego Antonelli – ele mesmo um “oriundi”, assim como Campana – penetra num dos capítulos mais interessantes de nossa História – a chegada e fixação dos italianos no Paraná do século 19.

96-capa-Ideias-incllinadoJORNALISMO PROFISSIONAL

Antonelli alia muito bem a experiência de autor de livros históricos com o bom jornalismo profissional que é. Não tem dificuldade de fazer o leitor mergulhar naquela atmosfera italiana das lutas pela Unificação da Itália, a miséria e a fome que estavam presentes no país em formação, às realidades que os primeiros imigrantes encontrariam aqui, em Porto de Cima e São João da Graciosa, em Morretes, onde tudo começou.

Os Boscardin, cita o jornalista historiador, precederam seus conterrâneos que chegaram a partir de 1878, pois um ano antes Matteo e seus nove filhos já estavam aqui.

FICARAM NO CAMPO

Ao contrário dos alemães de vocação basicamente urbana no Paraná, os italianos que para cá viram ficaram, de início, no campo, em sua maioria.

Derrubar a mata e plantar foi o desafio.

Voltarei ao assunto. A matéria é leitura obrigatória para todos os que querem conhecer bem o Paraná e seus grandes marcadores populacionais.

Carroças eram o meio de transporte dos italianos (Acervo pessoal/Antonio Palú Filho)
Carroças eram o meio de transporte dos italianos (Acervo pessoal/Antonio Palú Filho)
Fábrica de vinhos de Francisco Puglia (Acervo Pessoal/Maria Angélica Marochi)
Fábrica de vinhos de Francisco Puglia (Acervo Pessoal/Maria Angélica Marochi)
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