
Depois querem que o brasileiro tenha ‘boa vontade com o mundo da política!’ Isso é tarefa impossível quando simplesmente se constata, pelo noticiário diário, a roubalheira institucionalizada, Brasil a fora.
Um dos casos mais emblemáticos é o do presidente da Assembleia do Estado do RJ, Jorge Picciani: ele não aparece com menos de R$ 54 milhões em propinas recebidas da Federação dos Transporte do RJ.
Isso apenas propina do grupo do Barata e Cia (aquele cidadão libertado por 3 vezes pelo ministro Gilmar Mendes).
