quarta-feira, 29 abril, 2026
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Repercutindo: Assediador notório tem costas quentes na prefeitura

Quartel da GM na Rua Presidente Faria

O procurador municipal atuando na Guarda Municipal assediou moralmente servidora. Ela agora pede indenização ao Município, em ação que tramita em Vara do Pinheirinho

 

Esta Coluna/site denunciou o caso de assédio que se encontra tramitando contra um Procurador da Guarda Municipal de Curitiba. Demonstramos, com o auxílio de dona Matilde da Luz, de forma inequívoca, o abandono que a servidora assediada moralmente sofreu, e toda sorte de perseguição que suportou.

Percebe-se que o servidor/assediador contava com uma proteção “interna”, decorrente de forte vinculação política e de amizade com um dirigente da Guarda Municipal. Dizem que esse “majorengo” é um parceiro  da prática do  mesmo esporte de humilhações. A diferença é  na forma: um atua francamente na perseguição moral a  servidores que lhe desagradam; o outro, sessentão fogoso, um galanteador inveterado, sempre pronto para embates amorosos, dedica-se ”caça de fêmeas” com as quais convive.

Rafael Valdomiro Greca de Macedo

Uma delas estaria – ainda conforme dona Matilde – dizendo “cobras e lagartos do dirigente”, já que seu caso está sendo apreciado pela Procuradoria Geral do Município. Sob sigilo, claro. Mas sempre escapa alguma coisa  tenebrosa  dos depoimentos da bela moça. E bota tenebrosa nesse imbróglio na sede daquele outro escândalo do consulado Greca: o da benção das armas, ofício católico praticado por um diácono que é, ao mesmo tempo, dos quadros da GMC. O diligente diácono colocou-se contra toda a linha de ação do atual papa Francisco,  paladino da paz, o qual rejeita sinais de belicosidade ou armamentismo.

O sigilo com que a administração Greca protege seus apaniguados é verdade antiga.  Vai muito além da GMC, o que é parte de um de um  abecedário que um vereador estaria escrevendo.

ASSEDIADOR NOTÓRIO (2)

Este site já denunciou outras perseguições realizadas pelo procurador. Como já dito em matéria anterior,  o desrespeito à moralidade pública é um dos  fracos da  gestão Greca de Macedo. Por isso é  bom lembrar: o referido procurador já foi um dos mais “dedicados” perseguidores do inspetor Frederico. Lembram-se dele, ex-chefe da Guarda nos tempos de Gustavo Fruet? Hoje, contemplado com precioso cargo em comissão, parece ter conseguido habeas corpus para exercer suas funções. Na época foi levantado que o estranhável não foi  que o procurador MS faça esse serviço sujo, gratuito, tomando “assinatura” contra o inspetor. Afinal, essas ações são pautas diárias no governo Greca. “O estranhável é que ele, Mário Sergio,  ocupe cargo de confiança, embora tenha sido condenado pelo TJPR (acórdão de embargos 890.003-4/05 e 890.003-4/06) – por improbidade administrativa. Leia mais no link abaixo:

ESTÁ REGISTRADO: GRECA FOI SÓ ELOGIOS AO INSPETOR A QUEM HOJE PERSEGUE

Este fato, a condenação de MS, foi também foi lembrado exaustivamente pelo Blog do Tupan. Roberto Requião agora PT, era parte no referido processo. Sempre é prudente pesquisar maldades dos tempos de Greca indo aos sites certos…

ASSEDIADOR NOTÓRIO (3)

A pergunta que não quer calar: o Município detém uma Lei de Ficha Limpa? Se tem uma lei de ficha limpa, como poderia um servidor condenado em segundo grau exercer função de confiança?

A Lei de Ficha Limpa do Município diz: os servidores que tiverem suas contas relativas ao exercício de cargos ou funções públicas rejeitadas por irregularidade insanável que configure ato doloso de improbidade administrativa, e por decisão irrecorrível do órgão competente, não deveriam gozar dos benefícios dos cargos e funções de confiança. Isto é lei escrita e em plena vigência.

Dona Matilde

No caso, além das apropriações das diárias, ficou demonstrado, segundo noticia-se, que os réus da ação de improbidade tinham como finalidade beneficiarem a si ou a terceiros configurando abuso do poder econômico ou político.

“Observe-se o mais grave: na GMC cabe a verificação dos requisitos legais para preenchimentos  do cargo, ao próprio servidor, responsável jurídico da pasta.

“No caso, o procurador estaria na história como a raposa cuidando do galinheiro”, observa um perspicaz vereador.

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