terça-feira, 28 abril, 2026
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Cimento usado na Ponte de Guaratuba foi produzido no Paraná

Assessoria – Todo o cimento utilizado na construção da Ponte de Guaratuba, nomeada Ponte da Vitória, no Paraná, foi produzido na fábrica em Rio Branco do Sul da Votorantim Cimentos, empresa de materiais de construção e soluções sustentáveis. Ao longo de dois anos, foram fornecidas cerca de 22 mil toneladas de cimento para a obra, o equivalente a 48 mil metros cúbicos de concreto. A nova ponte vai ligar o município de Guaratuba ao balneário de Caiobá, em Matinhos, no litoral paranaense. A inauguração está prevista para esta sexta-feira (01/05).

Com 1,2 quilômetro de extensão, a construção da Ponte da Vitória utilizou um volume de concreto suficiente para erguer dois edifícios de 46 andares com aproximadamente quatro apartamentos de 80 metros quadrados por andar. Para a obra, foram selecionados dois tipos de cimento produzidos pela Votorantim Cimentos: o CP V RS, indicado para aplicações que exigem alta resistência inicial e maior rapidez na execução, e o CP IV RS, recomendado para obras que demandam elevada impermeabilidade e durabilidade, especialmente em estruturas expostas a ambientes agressivos, como o mar.

“No momento em que a Votorantim Cimentos completa 90 anos, temos muito orgulho de fazer parte de mais um capítulo do desenvolvimento do Paraná. A Ponte da Vitória é uma obra de grande relevância para a infraestrutura do Estado, consolidando-se como um importante corredor logístico, fortalecendo o turismo da região e contribuindo de forma significativa para o desenvolvimento social e econômico do litoral paranaense”, afirma Lidiane Blank, gerente de Desenvolvimento de Negócios de Infraestrutura da Votorantim Cimentos.

A unidade da Votorantim Cimentos em Rio Branco do Sul, no Paraná, é considerada a maior fábrica de cimento da América Latina. Presente no estado desde a década de 1950, a fábrica foi a primeira do Brasil a substituir combustíveis fósseis por resíduos e biomassas na produção de cimento por meio da tecnologia conhecida como coprocessamento, proporcionando ganhos ambientais e redução da emissão de CO2. Atualmente, a unidade alcança 30% de substituição térmica com essa prática.

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