
Para observadores políticos, está na hora de a sociedade civil paranaense organizada, por suas associações de classe e empresariais, começar a ouvir Alvaro Dias, candidato a presidente da República e até agora pouco lembrado como tal dentro do seu Estado.
“Ele – diz seu staff – sempre terá horário de agenda para o Paraná”
DOM DA UBIQUIDADE
Dessa opinião partilha amplamente Edson Gradia, alguém que tem pleno domínio da obra política do senador, a quem acompanha “desde sempre”.
Nesta quarta, 4, por exemplo, Gradia recordava-me que, enquanto Alvaro “as vezes parece ter o dom da ubiquidade para atender um enorme volume de convites que lhe chegam de todo o Brasil”, aqui em Curitiba entidades como a Associação Comercial do Paraná e a Federação das Indústrias do Paraná, mantêm-se silenciosas. Não chamaram o senador para expor seu projeto presidencial e discutir sua plataforma de campanha, especialmente importante para o Estado e sua gente.
CIDADÃO DA BOA TERRA
Confirmando o que Gradia reclama, posso registrar que nos últimos dias Alvaro deslocou-se para dezenas de localidades do país, atendendo a convites, fazendo a sua pregação e a do Podemos, o partido que lidera.

Um dos exemplos dessa valorização da candidatura do senador paranaense está, por exemplo, no fato de ele estar recebendo homenagens importantes. Como o título de Cidadão Honorário da Bahia. E, ao mesmo tempo, na distante Parnaíba, Piauí, ter sido agraciado com a cidadania daquele município. Isso sem contar um périplo continuado no Sul, Centro-Oeste, Sudeste, onde faz conferências, participa de debates e é ouvido por associações classes, culturais e sindicais.
AGORA NO DATAFOLHA
Para Gradia, em sua justa grita pela candidatura do paranaense, há ainda a se considerar que Alvaro começa a aparecer, com boa performance, em pesquisas eleitorais de intenção de votos. A mais significativa delas, a de domingo passado, no DataFolha, do jornal Folha de São Paulo.
CAMPAGNOLO
A propósito da FIEP: o presidente Edson Campagnolo parece estar mesmo no páreo de 2018, na corrida para o Senado ou Governo. É o que registra o observatório da política paranaense. Sem confirmação, é certo, do empresário industrial.

