
(da revista Crusoé)
Pelo segundo ano consecutivo, a Transparência Internacional publicou um relatório sobre os retrocessos no combate à corrupção no Brasil. O trabalho diz que houve uma piora no quadro geral nos últimos doze meses, principalmente devido à interferência política em órgãos de controle. Em entrevista a Crusoé , o diretor-executivo da Transparência Internacional no Brasil, Bruno Brandão, de 38 anos, diz o que mudou nesse período.
“A ingerência política nos órgãos de controle atingiu seu ápice na renúncia do ministro da Justiça Sergio Moro, que saiu do governo fazendo pesadas alegações. A nomeação de um procurador-geral (Augusto Aras) fora da lista tríplice no ano passado também foi um fator negativo, que nós já vínhamos apontando no primeiro relatório”.
