Professor,
Gostei especialmente da coluna de hoje (terça, 16), em que o senhor falou sobre o dom Gilio e sobre o monsenhor Ricardo. A Igreja é um tema do qual gosto especialmente, e acho que o senhor fez muito bem em destacar a humanidade desses dois membros – além de falar dos ritos como um todo.
Essa humanização é algo de que muitos leitores de outros veículos, imagino, sentem falta, porque se acostumaram a pensar na Igreja como uma “coisa”, e não uma instituição que, apesar de possuir um espírito comum, é formada por pessoas, cada qual com sua história e sua vivência do Espírito Santo e da Palavra.
GUILHERME DE ALMEIDA SOUZA, Curitiba
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FRATERNIDADE
Querido Irmão em Cristo!
Deus o abençoe e guarde!
Lamento não me ter despedido do senhor no final do almoço do bispo Dom Ricardo Hoepers em Curitiba.
DOM GILIO FELICIO, bispo de Bajé, RS
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PODER E FÉ
Senhor jornalista,
Não sei a que arquivos o senhor consulta para escrever a série em que aborda a questão das “religiões, poder, dinheiro e voto”. Já procurei localizar as situações abordadas pesquisando buscadores como Google, mas nada. Ou quase nada…
De qualquer forma, parabéns pela memória e, com exceção de pequenas trocas de datas – providencialmente quase sempre citadas dentro de décadas – nada a reparar. Só a elogiar pela contribuição que seu espaço está dando uma das facetas mais preciosas da antropologia social: a ligação do voto com a fé no Brasil.
BEATRIZ M. SOUZA, USP, Curso Sociologia, São Paulo, SP
(correspondências para a coluna: aroldo@cienciaefe.org.br)
