
Tempo corre, as eleições de 2022 se aproximam, o cronômetro eleitoral inflexível dá aparência de celeridade à ampulheta do tempo. Muitos homens e mulheres assestam armas legítimas e lícitas, em defesa de suas teses que, espera-se, sejam sempre pró bem comum. É tempo pré-eleitoral.
Velho eleitor quer sou, praticamente fui de alguma forma atingido pela maior parte das muitas mudanças registradas na Lei Eleitoral, desde a segunda parte do século XX. E também, confesso, nunca imaginei que iria ver a “disputatio publica” das eleições ganhar contornos de arenas, fazendo tombar muitas de minhas crenças sobre a bondade e o espírito de retidão do ser humano. Isso sem mencionar o espírito público.
Em meio às armas legítimas e lícitas da campanha que se insinua, (fora do tempo legal), já se vislubram as garras de seres desajustados, incompatíveis arremedos políticos com um pleito democrático. Eles são os mágicos de velhos tempos, hábeis em recorrer aos avanços tecnológico em busca de resultados inomináveis. São seres que se alimentam de calúnias, difamações, assacadilhas, denuncismo vago – tudo sob o manto do anonimato. Ou simplesmente do “vai da valsa”. Para eles, nada mais natural do que o abrigo da Web para os impropérios e fake news com que começam a mostrar…
O governador Ratinho Junior, a quem não conheço pessoalmente mas cuja capacidade administrativa acompanho desde seu tempo na Secretaria de Desenvolvimento Urbano do Paraná, saiu do sério nas últimas horas, de que é resultado o vigoroso vídeo que postamos abaixo.
Objetivo, com a facilidade do bom comunicador profissional que sempre foi, o governador rompe o silêncio com um alerta que me parece ajustar-se à advertência “antes que as pedras falem”: brada Ratinho Junior contra os executores de uma velha e esfarrapada política, inconformada com novos tempos, com a presença de novos players nessa arrancada republicana de outubro próximo. Gente que não quer entender os sinais de novos tempos.
Tempus fuget. O tempo foge, lembram os romanos. E com sua “fuga” impõem-se novas realidades como as que o jovem governador implantou a partir do Palácio Iguaçu. Trata-se de um novo calendário político-administrativo contemplando pacificação do mundo político, sem que isso signifique a fraqueza ou silêncio diante de opositores que se alimentam de um passado incompatível com o ano 2022.
Ratinho Junior não se cala, para não permitir que as pedras falem e tentem destruir uma trilha de férteis ações e pacificação que abriu no Estado.
Paz e Bem, governador. (AMGH)
