Morreu, quinta-feira, 9, em Curitiba, o economista Miguel Salomão, um técnico com grande capacidade de diálogo, cuja competência ele colocou a serviço dos governos Jaime Lerner. Foi secretário de Planejamento e, depois, Finanças do Paraná, tendo sido um fator de equilíbrio nas relações de políticos e área técnica.
De reconhecida competência, ao deixar o Paraná, Salomão foi, a convite, presidir o Banco Central de Angola. Tinha sido por anos também consultor do Banco Mundial.
Especialista na arte de fazer amigos, ficha limpíssima, Salomão estava aposentado.
