
O livro sobre vidro e obra de Jaime Lerner, que um grupo de amigos e ex-colaboradores do mago do urbanismo está elaborando, sob a coordenação de Jaime Lechinski, teria em Fábio Campana um grande um especial narrador. A morte o levou, quase ao mesmo tempo que levou Lerner.

Campana, que teve nos anos 1980, tempos de desavenças políticas com Lerner e seu grupo político (representava, então, Roberto Requião) era ultimamente ,antes da pandemia, um dos mais próximos do ex-prefeito e ex-governador. Os encontros para jantares de JL, quase sempre no mesmo restaurante, frequentes, tinham assíduos comensais: Campana, Lechinski e Carlos Deiró.
O grupo podia variar, às vezes com o aparecimento de outros companheiros voltados às reminiscências já históricas de Curitiba, e aos prazeres da boa mesa.

