
Escritor e analista político abre exceção para apoiar projeto
de Márcio Renato dos Santos e Guido Viaro
O encontro cultural do ano já tem data: 21 de março, domingo, dia em que Fábio Campana e Marianna Camargo vão conversar, a partir das 17 horas no Instagram @maricotacamargo, sobre questões culturais na décima edição de “Às vezes, aos domingos”.

O projeto on-line mensal foi idealizado pelos escritores curitibanos Marcio Renato dos Santos e Guido Viaro com a finalidade de dar visibilidade a autores paranaenses ou radicados no Paraná. “Evitei ao máximo participar de uma live até por ter outras prioridades. Prefiro usar o meu tempo com livros, filmes e música.
Mas resolvi participar de uma live por ser uma edição de ‘Às vezes, aos domingos’, um dos projetos culturais mais relevantes realizados nos últimos tempos no Paraná”, afirma Fábio Campana, autor, entre outras obras, dos livros de poemas Paraíso em chamas (1994/2013), E coisas extraordinárias aconteciam (2016) e O ventre, o vaso e o claustro: canções de ex-menino para amor sem nome (2017), dos romances O guardador de fantasmas (1996) e Ai (2007) e da coletânea de contos Todo o sangue (2003).

SOBRE MARIANNA
A exemplo de Campana, Marianna Camargo ainda não participou de lives. Mas creio que será uma experiência surpreendente”, diz a autora de Salto, reunião de poemas e crônicas com ilustrações de Marciel Conrado – livro contemplado no edital “Outras Palavras”, do Governo do Paraná, em 2020, com previsão para ser publicado nos próximos meses.
Toda cultura Iguaçuense radicado em Curitiba, um dos mais conhecidos jornalistas em atividade no Paraná, Fábio Campana afirma que Guido Viaro e Marcio Renato dos Santos idealizaram uma proposta, no mínimo, necessária, em que escritor(a) entrevista escritor(a).

Campana observa que “Às vezes, aos domingos” é uma proposta cultural que surgiu de ideia simples, mas, acrescenta, “talvez por isso mesmo, impecável”. “Nem sempre, mas muitas vezes os mediadores atrapalham o bate-papo. Já artista entrevistando artista é outra possibilidade.
Um tigre identifica e conhece o outro tigre”, comenta o editor da Travessa dos Editores, selo que já viabilizou livros de Décio Pignatari (Céu de Lona), Paulo Leminski (Catatau), Marina Tsvietáieva (Marina), Nelson de Oliveira (O oitavo dia da semana), entre dezenas de títulos.

