sábado, 1 agosto, 2026
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MUNDO MÉDICO: SANTA CRUZ FECHA UM ANDAR (I)

 

A venda milionária do Hospital Santa Cruz (R$ 950 milhões?), da família Leal ao grupo hospitalar paulista D’Or, continua surpreendendo. Não que a qualidade dos serviços acuse queda. Mas pelo inusitado. Agora, por exemplo,  o HSC está despedindo enfermeiros e técnicos e enfermagem, além de  ter fechado uma ala de 20 leitos de enfermaria no seu primeiro andar. Tudo sob a justificativa de que estaria fazendo uma “reengenharia”, sem explicar o que exatamente isso quer dizer.

MUNDO MÉDICO: PRÓ SAÚDE NO COMANDO (II)

Um catarinense que estudou teologia em Curitiba, padre Leonir Pessini, é hoje o superior geral mundial da Ordem dos Camilianos, centenária instituição católica de padres e irmãos voltados ao atendimento hospitalar.

Padre Leocir Pessini. Foto: CRM -PR

A ordem é dona do Pró Saúde,  uma organização social presente em vários estados do Brasil. E que  assumiu há 2 anos, e com todo vigor, o pleno comando de dois hospitais de Curitiba, a Santa Casa de Misericórdia e o Nossa Senhora da Luz.

Quem trabalha nos dois hospitais  está contente com a ação do Pró Saúde, que, entre outras inovações, promoveu amplas reformas no prédio da Repúlica  Argentina da Santa Casa,  e lá  instalou um pronto atendimento entregue à Universidade Positivo/Medicina; ale de fazer  melhorias diversas.

Os dois hospitais são da Santa Casa que, na pratica, é toda controlada pela PUCPR: dos 5 membros da Mesa da SC, 3 são representantes da Pontifícia Universidade Católica

Hospital Marcelino Champagnat

 

A PUCPR, em si, dirige e tem o controle direto dos hospitais Cajuru (todo voltado ao SUS) e Marcelino Champagnat (planos de saúde e particulares).

Santa Casa de Curitiba. Foto: AEN.

MUNDO MÉDICO: SUGISSAWA FICA COM INVESTIDORES (III)      

Na tarde desta quinta, 14, um administrador do Hospital Sugisawa, explica que a recente venda da intituição fundada por Saburu Sugisawa (in memoriam) a  um grupo empresarial paulista teria  sido “a melhor solução, diante do enorme endividamento da instituição”. Não soube (ou não quis) precisar o valor dessa dívida.

Para essa fonte ouvida pela Coluna, “o grupo vai apenas colocar as contas em dias e repassar o hospital par alguém da área médico-hospitalar. Com enorme lucro, claro, pois o patrimônio profissional  de credibilidade do nosso hospital está intacto”.

Hospital Sujisawa. Foto: divulgação.
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