Para um poeta, como Francisco Soares Neto, foi uma doce morte: despediu-se da vida terrena ao pegar o violão para cantar um de seus versos. O coração o traiu.
Ou foram as emoções que o bom Chico não suportou?
Foi na sexta-feira, 17, no TUC, na Galeria Júlio Moreira.
Quem ficou chorando foram seus amigos, muitos deles da Feira do Poeta de Curitiba.
