
O deputado Ricardo Barros, PP/PR, confirma mais uma vez, ser um político atilado: na semana, sentiu muito rapidamente o mau cheiro da decisão da Advocacia Geral da União que, numa só tacada, promoveu a promoção de 606 procuradores federais (não confundir com procuradores da República), e antecipou-se: apresentou projeto de decreto legislativo à Câmara dos Deputados (PDL), tornando inválida a portaria absurda. O argumento de Barros, depois de certamente ter sondado os humores do Planalto, é de que o aumento significativo de despesas, em forma de portaria, contraria toda a proposta do Governo de Reforma Administrativa.
