segunda-feira, 27 julho, 2026
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CINCO CIDADES TESTARÃO CONTROLE DA DENGUE COM MOSQUITO ESTÉRIL

Secretário de Saúde do Paraná, Beto Preto

Uma solução já testada em Jacarezinho, divisa com São Paulo, acompanhado pela 19ª Regional da Secretaria Estadual de Saúde, constatou a eficácia no controle do mosquito Aedes aegypti – transmissor da dengue, entre outras doenças. O processo desenvolvido pela Forrest Brasil, subsidiária da israelense Forrest Inovations, utiliza a tecnologia chamada de “inseto estéril”.

O controle natural de vetores (CNV) foi desenvolvido inteiramente no Paraná pela startup incubada no Tecpar em Araucária, que agora deixa o instituto para iniciar suas operações empresariais também no norte
paranaense.

NOVA FERRAMENTA

Iniciando o ano epidemiológico da dengue, o secretário estadual de Saúde, Beto Preto, manifestou ao ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, o desejo de utilizar esta nova ferramenta ao lado de outras modalidades de combate à doença.

INSETO ESTÉRIL

Como o CNV da Forrest Brasil é uma técnica de manejo biológico, as ações de planejamento iniciam-se com antecedência, com uma colônia de Aedes aegypti para cada região a ser tratada, gerando os insetos estéreis e para um tratamento em larga escala. A iniciativa propicia um sistema de controle biológico para a eliminação/controle do mosquito transmissor de doenças como a dengue, zika e chikungunya

A redução do número de insetos no ambiente tem sinergia com outras técnicas de controle biológico em estudo pela Fiocruz, como ao inseto infectado pela bactéria Wolbachia sp.

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