quinta-feira, 23 julho, 2026
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OPINIÃO DOS OUTROS: Lula e o Estado

 

Por Antenor Demeterco Junior (*)

O Brasil tem infelicidades históricas que até hoje o martirizam. Sua grande figura política é Getúlio Vargas, um ditador semifascista que quase nos lançou nos braços do Eixo durante a 2ª Guerra Mundial. Tudo foi esquecido, por ter sido ele bonzinho com os trabalhadores, inclusive as torturas que corriam soltas nos porões de sua ditadura. Colocou uma mulher grávida de filho brasileiro nas garras da Gestapo, entre outros disparates. O ex-presidente Lula da Silva sempre admirou criminosos políticos como Fidel Castro e Adolf Hitler. Viu qualidades neste último, homem que, segundo ele, “mesmo errado, tinha aquilo que eu admiro num homem, o fogo de se propor a fazer alguma coisa e tentar fazer” (entrevista de 1979 à Revista Playboy). As coisas que Hitler fez nós todos sabemos: exterminou infelizes aos milhões, e foi aliado inicial de Stalin na coautoria da deflagração da 2a Guerra Mundial.

E, suprema imbecilidade, viu na crise virótica que atualmente assola o mundo, um benefício da natureza, ou seja um monstro que está abrindo os olhos dos cegos que investem contra o patrimônio público e sua manutenção, e não investem no Estado como instrumento de redenção de crises. Lula sempre foi discursador hilário, como quando em determinada cidade africana achou-a tão limpa que afirmou parecer não estar na África. Para ele Napoleão pisou na China, país em que o corso nunca esteve. Saudar a chegada do vírus mortífero, passou das medidas.

Enriqueceu ele através de familiares, via espoliação do poder público, direta ou indiretamente. A exploração das conversas do presidente Bolsonaro pela crítica da imprensa parece prosa inócua diante da verborragia lulista. Da ignorância não saem boas coisas, como ensinou o filósofo grão-mestre da esquerda universal.

(*) ANTENOR DEMETERCO JUNIOR, desembargador aposentado do TJPR, advogado, especialista em História do Século 20.

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