
Há muito tempo em alta, a chamada “República de Curitiba” subiu pontos a mais com a ida do ex-juiz Sergio Moro para o Ministério da Justiça e Segurança Pública.
E que inclui expressivos números de homens e mulheres paranaenses que agora estão no primeiro plano da República.
Nesse embalo, de “alinhamento dos astros”, como eles definem essa situação favorável aos paranaenses, boa parte da “República” trabalha, sem se esconder, pela indicação do midiático Deltan Dallagnol para ocupar o cargo de procurador geral da República (PGR), no lugar de Rachel Dodge, cujo mandato vence em setembro.
Esses propagadores do nome do inquieto Dallagnol acham que “é preciso dar uma chacoalhada na PGR”.
Argumentam que não há lei que determine a obrigação de escolha de um nome de lista tríplice para a PGR; e que o curitibano seria “o homem certo na hora certa”.
O que o programa de “beatificação” de Dallagnol não diz é de quão açodado ele pode se mostrar, por vezes. Tal como quando usou um “Power point” para “condenar” Lula.
Foi um show à parte.
“REPÚBLICA DE CURITIBA” (2)
Aqui vão os mais notáveis nomes de curitibanos ou de brasileiros de outros quadrantes que fizeram carreira na chamada “República de Curitiba”. Todos apontados como parte de um clube que está definitivamente em alta na vida do país.
É gente como o ministro do STF Edson Fachin, Sergio Moro, Felix Fischer, Roberto Leonel, Igor Romário de Paula, Erika Marena e Fabiano Bordignon.
E, claro, Dallagnol, nome que, se hoje de abrangência nacional, ganha não poucas oposições pelo estrelismo e a maneira desassombrada como que vincula a Lava Jato a certas igrejas evangélicas.
