
Se no governo de Dilma e Lula o Paraná chegou a ter dois ministros, com Jair Bolsonaro o Estado estará representado no poderoso e revigorado Ministério da Justiça e Segurança Pública com Sergio Moro. E o ex-juiz está se encarregando de levar para Brasília curitibanos de grande expressão na Polícia Federal, como Maurício Valeixo, que foi escolhido para chefiar nacionalmente a PF.
Agora o poder de fogo dos curitibanos se amplia, com o anúncio da entrada na equipe de transição do Governo, por indicação de Moro, em Brasília, do auditor fiscal Roberto Leonel de Oliveira Lima. Ele chefia a poderosa área de investigação da Receita Federal em Curitiba. É homem da Inteligência da RF, vital que tem sido para o sucesso da Lava Jato.
Em Leonel o futuro ministro Sergio Moro deposita inteira confiança já havia atuado com Moro na operação Banestado, anos 1990. A Receita, PF e MPF forma o tripé da força tarefa Lava Jato, cujo modelo Moro pretende replicar no país.
Que posição está reservada a Leonel? É possível que seja designado pelo presidente da República para coordenar o COAF, que controla os ativos financeiros, hoje do Ministério da Fazenda, mas que poderá passar para o âmbito de Moro, na Justiça.
