
Ele já foi um dos 60 mais poderosos do Brasil. No início do governo Dilma, em 2011, Paulo Bernardo tornou-se o todo-poderoso ministro das Comunicações. Em suas mãos estavam o novo marco regulatório das comunicações e o marco civil da internet. Apesar da pressão, o petista jamais se rendeu à pressão da ala mais radical do partido para criar sovietes dentro das redações. Com o escândalo do Ministério das Comunicações e o empréstimo fraudulento a aposentados públicos, Bernardo se tornou um recluso. Diferente da mulher, a senadora Gleisi Hoffman (PT), que continua gritando nos palanques pró-Lula, ainda que já tenha virado ré na Lava-Jato, assim como Bernardo. O ex-ministro tem dito a amigos próximos que não ficará muito tempo na cadeia, caso seja mandado ao Complexo Médico Penal em Piraquara. Sua tendência é mesmo a delação premiada. A justificativa? Há filhos pequenos para criar, etc.
