
O muitas vezes centenário modelo de escola confessional católica estaria falido?
Esta pergunta é diariamente feita nas instituições católicas de ensino do País, que também se perguntam sobre como compatibilizar o ensino – “com seus tons do transcendentais” – e a marca de negócio, seu imperativo de sobrevivência.
ESCOLA PERGUNTA
Esses e outros questionamentos da escola confessional católica serão amplamente debatidos de 4 a 6 de abril, no VI Encontro de Escolas Católicas, em Curitiba. O patrocínio é de uma instituição leiga, a Editora Positivo, cujo sistema de ensino espalha-se em todo o país.
Enfim, como compatibilizar a mensagem cristã num mundo pluralista?

COLÉGIOS DE PONTA
Os colégios católicos, que tiveram capital importância no país até o início dos 1960, quando o ensino público ainda engatinhava, vêm garantindo escolas de alta qualidade. Muitas delas sendo as mais bem rankeadas pelo MEC e outros indicadores. Por exemplo: os colégios São Bento (do Rio e São Paulo), o Anchieta, e N.S das Dores, de Porto Alegre, Santo Inácio, do Rio, Medianeira, Bom Jesus e Marista, de Curitiba, o Arquidiocesano, de SP, e outros.
MONGE TRAPISTA
Uma das presenças anunciadas é de dom Bernardo Bonowitz, abade do Mosteiro N.Senhora do Novo Mundo, Campo do Tenente, PR, a única casa trapista masculina no Brasil
O monge é norte-americano, tem doutorado na Alemanha em Filosofia, é poliglota, educador. Nasceu em família judia, converteu-se ao catolicismo, ingressou nos jesuítas, de início, depois professou entre os Trapistas, monges da chamada Estrita Observância Cisterciense.
