
Com sua persistência característica e armado de paciência beneditina, Walter Schmidt começa a dar os primeiros passos e uma promissora caminhada, depois de ter sido peça chave para a edição do livro que contou a história da Telepar.
O alvo de Walter agora é a história da uva e do vinho no Paraná, projeto para um livro no mínimo instigante. Na verdade, Schmidt está no começo do começo, até o título do livro ainda está em cogitação. Pode ser que o denomine de “Biografia do Vinho no Paraná”. Ou “História do Vinho e da Uva no Paraná”.
Organizado e craque em pesquisa, Walter Schmidt começou por levantar a história e as realização da extinta Estação de Enologia, que a Embrapa manteve em Campo Largo, transferida no começo dos 1970 para Bento Gonçalves, RS (Embrapa Uvas e Vinhos).
Para satisfação minha, Walter acessou reportagem que escrevi em abril de 1969, publicada no extinto Diário do Paraná, sobre a Estação de Enologia, focalizando especialmente o agrônomo e enologista – formado em França – Raul Juliatto, diretor do órgão.
PRAGA DA PÉROLA
Tão precioso quanto a redescoberta da antiga Estação de Enologia é a abordagem que Walter começou a fazer sobre a chamada Praga da Pérola, responsável pela dizimação de boa parte de nossos parreirais.
Walter está só começando. Muitas surpresas ele ainda revelará sobre essa hoje promissora atividade econômica no Paraná.

