
O Movimento Negro do PSDB nacional estava até ontem ‘saturado’ do nome de Luislinda Valois, a ministra dos Direitos Humanos que se agarrou ao cargo, sem constrangimentos, apesar da debandada tucana do governo Temer.
O Movimento não perdoa Luislinda por ter-se considerado “uma escrava”, ao pedir que seu salário passasse a R$ 60 mil/mês.
